segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O fato de não podermos não altera nada, só me faz ter maior percepção dos sentimentos. Me desculpe, me apaixonei!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Meu menino!

Ah menino, pra quê tanta explicação?Eu já não quero casamento, quero teu corpo no meu.
Ah menino, se entrega a essa dança. Tu diz que gosta de sambar, mas trava os passos quando eu vou te guiar.
Ah menino, tô entregue e não nego. Vem ser feliz, não complica, que te quero bem!
Ah menino tô te vendo, te querendo, te amando. Não se preocupe com minha menines, já perdi toda inocência que te preocupa...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Criança não engtra em jogo de gente grande, eu já deveria saber.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Me parece que só quem luta cresce?

Ou só a luta muda a vida?

Dois partidos, outrora duas correntes, duas índoles, dois caminhos...um só fim!
Por um deles me apaixonei, por outro mudei minha vida.
Cá estou, numa encruzilhada que leva para o mesmo caminho.

E seja feita a revolução, a luta não sai da minha vida...
Se tenho que escolher entre 50 e 16, só o tempo vai resolver.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Uma saudade de escrever...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Quando minhas palavras não sabem expressar...

nascemos em poemas diversos

destino quis que a gente se achasse

na mesma estrofe e na mesma classe

no mesmo verso e na mesma frase

rima a primeira vista nos vimos

trocamos nossos sinônimos

olhares não mais anônimos

nesta altura da leitura

nas mesmas pistas

Leminski

domingo, 23 de janeiro de 2011

Procurando na estante.

Toda a sobriedade que só o céu claropoderia passar, ainda diante de cortinas escuras - eram pretas gostava do efeito que tinham na parede branca- sentia-se zonzo, havia rodado pela cidade a noite toda, em círculos de si mesmo. Andava Clariceando - num desses dias que não se acha um poço de mediocridade, que se resolve usar o pretérito-mais-que-perfeito e toda profundidade que pode um merdinha conseguir- mas cansara, queria algo quente, estava amargo feito jiló de sua vó, efeitos de Lispector á longo prazo, aviso. Pensou em sexo pornografia, viadagem, trepar com alguém, pensou em Caio, pensou fodeu, pensou sem pontos, pensou 'num deserto de almas'. Mas Bukowski lhe dizia: 'Encha o copo de whisky vagabundo, acenda o toco do cigarro...não pare enquanto a merda não rolar.'
Típico, dessas maneiras de começar o dia quando a mente é rasa, o sexo é escasso e o álcool evaporou.