Da Sé a Barra Funda
Infinitas paisagens
Dentro do trem se vê,
tanta gente, brasilidade!
Mas é na Sé que percebemos
as diferenças na cidade
Brancos, pretos e vermelhos.
Mistura rica, a mais pura diversidade.
É assim que te digo, é assim que te escrevo
São Paulo: Variedade, imensidão.
Selva de cimento vertical,
Centro do mundo,
pro brasileiro com algum ideal.
Não é a cidade maravilhosa,
mas todas as maravilhas se confluem
pra esse mesmo lugar.
outra...
São tantos lugares,
milhares de esquinas,
são tantas histórias
cidade grande: fascina
Assim é São Paulo,
seu progresso e sua sina.
Pessoas diversas,
mil trajetórias: denomina
p.s: Tão aqui faz tempo!(:
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Ritmadas num dia sujo.
Ahh, como é difícil.
Abrir um sorriso,
não fazer sacrifício
e ter suas verdades.
Lidar com escolhas,
sair numa boa,
sem medo de errar.
Errar.
E lembrar, que você é humano,
que na medida que julga é julgado
poder levar a vida, esquecer do passado
Pra deixar ela melhor.
Acordar deprimido,
não falar sobre briga
nunca estar arrependido.
Sentir confiança, pra poder perder
Se reerguer da traição
e quando andar na contra-mão
saber voltar.
São esses os motivos da vida,
jeitos de curar ferida.
Rimar por brincadeira,
fazer séria essa bobeira!
Abrir um sorriso,
não fazer sacrifício
e ter suas verdades.
Lidar com escolhas,
sair numa boa,
sem medo de errar.
Errar.
E lembrar, que você é humano,
que na medida que julga é julgado
poder levar a vida, esquecer do passado
Pra deixar ela melhor.
Acordar deprimido,
não falar sobre briga
nunca estar arrependido.
Sentir confiança, pra poder perder
Se reerguer da traição
e quando andar na contra-mão
saber voltar.
São esses os motivos da vida,
jeitos de curar ferida.
Rimar por brincadeira,
fazer séria essa bobeira!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Mas disso todos abriram mão...
Sentados no salão ainda cheio, ecoando gritos e com riscos de felicidade desmedida, a vida era aquilo, era isso, era sabe Deus o que mais...
Mais ela nunca havia sido igual e seus riscos eram verticais e vinham dos olhos, quase ninguém via, estavam ali sem a pretensão de se mostrar. Diferente das linhas horizontais verdes, vermelhas e azuis, às quais lhe davam uma profunda inveja.
Todos misturados pelos arredores, com cervejas e salgadinhos, em grupos e sozinhos. Partilhando uma alegria!
Ali, no canto de onde podia ver a todos analisava, se analisava e tentava descobrir a beleza e positividade naquela tristeza sem fim. Foi quando se deu conta que apertavam sua mão, dedos estavam entrelaçados aos dela e esses dedos a atrelavam num outro corpo todo, que era todo dela...Absorta em sua frustração tinha se esquecido que não estava em completa isolação, alguém não a abandonara, alguém segurara sua mão, alguém secara às lágrimas, alguém que não precisava de metáforas.
E naquele canto onde tudo e todos podiam se ver, ela já não via nada, não havia mais nada, além daquelas duas almas acorrentadas (à que ela pertencia e que era dona, também). Agora não existiam mais riscos, só lembranças de rabiscos horizontais ou verticais, coloridos ou transparentes. De um tempo agora tão distante, que representara arrependimento e agora era saudade, sem dores...
Já de volta ela lembrou do mundo que não havia realmente desaparecido, estavam todos ali. Gritos e riscos, tudo tão irrelevante. Um sorriso surgiu no canto de sua boca, sabendo que ela tinha algo que nenhum rabiscado ali possuía e não se atreveu a partilhar...
Mais ela nunca havia sido igual e seus riscos eram verticais e vinham dos olhos, quase ninguém via, estavam ali sem a pretensão de se mostrar. Diferente das linhas horizontais verdes, vermelhas e azuis, às quais lhe davam uma profunda inveja.
Todos misturados pelos arredores, com cervejas e salgadinhos, em grupos e sozinhos. Partilhando uma alegria!
Ali, no canto de onde podia ver a todos analisava, se analisava e tentava descobrir a beleza e positividade naquela tristeza sem fim. Foi quando se deu conta que apertavam sua mão, dedos estavam entrelaçados aos dela e esses dedos a atrelavam num outro corpo todo, que era todo dela...Absorta em sua frustração tinha se esquecido que não estava em completa isolação, alguém não a abandonara, alguém segurara sua mão, alguém secara às lágrimas, alguém que não precisava de metáforas.
E naquele canto onde tudo e todos podiam se ver, ela já não via nada, não havia mais nada, além daquelas duas almas acorrentadas (à que ela pertencia e que era dona, também). Agora não existiam mais riscos, só lembranças de rabiscos horizontais ou verticais, coloridos ou transparentes. De um tempo agora tão distante, que representara arrependimento e agora era saudade, sem dores...
Já de volta ela lembrou do mundo que não havia realmente desaparecido, estavam todos ali. Gritos e riscos, tudo tão irrelevante. Um sorriso surgiu no canto de sua boca, sabendo que ela tinha algo que nenhum rabiscado ali possuía e não se atreveu a partilhar...
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Sem muitas vontades de postar por aqui, comprei um livro da Clarice novo...
Estou me acabando na dificuldade de lê-la.
“Estou sendo alegre neste instante, por isso me recuso a ser vencida. Então amo como resposta”
Clarice Lispector
faço minhas as palavras dela. enquanto vou buscando, aceitando, lidando com minhas razões!(:
Estou me acabando na dificuldade de lê-la.
“Estou sendo alegre neste instante, por isso me recuso a ser vencida. Então amo como resposta”
Clarice Lispector
faço minhas as palavras dela. enquanto vou buscando, aceitando, lidando com minhas razões!(:
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude,
aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo e o que não mata com certeza fortalece.
Às vezes mudar é preciso, nem tudo vai ser como você quer, a vida continua.
Pra qualquer escolha se segue alguma conseqüência,
vontades efêmeras não valem a pena,
quem faz uma vez não faz duas necessariamente,
mas quem faz dez, com certeza faz onze.
Essa historia de que é melhor acordar
arrependido do que dormir com vontade é mentira!
Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível.
Nem todo mundo é tão legal assim,
e de perto ninguém é normal.
Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida,
o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente,
não é preciso perder pra aprender a dar valor e os amigos ainda se contam nos dedos.
Aos poucos você percebe o que vale a pena,
o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela.
Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado,
o tempo sempre vai ser o melhor remédio,
mas seus resultados nem sempre são imediatos.
p.s.: apesar de não concordar com tudo gostei e não sei quem escreveu!(:
aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo e o que não mata com certeza fortalece.
Às vezes mudar é preciso, nem tudo vai ser como você quer, a vida continua.
Pra qualquer escolha se segue alguma conseqüência,
vontades efêmeras não valem a pena,
quem faz uma vez não faz duas necessariamente,
mas quem faz dez, com certeza faz onze.
Essa historia de que é melhor acordar
arrependido do que dormir com vontade é mentira!
Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível.
Nem todo mundo é tão legal assim,
e de perto ninguém é normal.
Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida,
o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente,
não é preciso perder pra aprender a dar valor e os amigos ainda se contam nos dedos.
Aos poucos você percebe o que vale a pena,
o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela.
Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado,
o tempo sempre vai ser o melhor remédio,
mas seus resultados nem sempre são imediatos.
p.s.: apesar de não concordar com tudo gostei e não sei quem escreveu!(:
Assinar:
Postagens (Atom)