Esqueça pessoas,
releve sentimentos e
guarde os argumentos.
Se feche, sorria
sem muita ousadia.
Não seja sincero...
Fuja de confusão,
lembre de não ir na contra-mão,
pra assim, quem sabe,
se enquadrar.
terça-feira, 18 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Bonito..
(...)
Todo sentimento
Precisa de um passado pra existir
O amor não:
Ele cria como por um encanto
Um passado que nos cerca,
Ele nos dá a consciência de havermos vivido anos a fio
Com alguém que a pouco era quase um estranho,
Ele supre a falta de lembranças por uma espécie de mágica...
Benjamin Constant
Todo sentimento
Precisa de um passado pra existir
O amor não:
Ele cria como por um encanto
Um passado que nos cerca,
Ele nos dá a consciência de havermos vivido anos a fio
Com alguém que a pouco era quase um estranho,
Ele supre a falta de lembranças por uma espécie de mágica...
Benjamin Constant
domingo, 2 de maio de 2010
A um ausente - Carlos Drummond de Andrade
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu,
enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu,
enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Saber mudar de tom..
Mas acho que algo vai errado,
o tempo passa.
Sinto que vou num vagão descarrilhado.
Sem saber onde vai dar...
É tudo decepção,
de ir na contra-mão
e pagar pra ver.
Acontece que as vezes a gente perde,
E todo mundo quer vencer.
E não ver horizonte,
ficar sem linha,
não ter companhia
Ninguém pode ver!
Sem olhar para frente,
abaixar a cabeça.
Lembrar dos ausentes
Por fim, tentar crescer.
o tempo passa.
Sinto que vou num vagão descarrilhado.
Sem saber onde vai dar...
É tudo decepção,
de ir na contra-mão
e pagar pra ver.
Acontece que as vezes a gente perde,
E todo mundo quer vencer.
E não ver horizonte,
ficar sem linha,
não ter companhia
Ninguém pode ver!
Sem olhar para frente,
abaixar a cabeça.
Lembrar dos ausentes
Por fim, tentar crescer.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Desse amor
Vejo todos partindo,
gente chegando, saindo!
Tantos amigos, inesquecíveis.
Eles não sabem mais,
como me sinto não sabem tampouco como estou..
É tão comum, irrelevante.
Não sem intensidade, sem dor..
São amigos, se perderam.
Sinto- me acompanhada, reconfortada
enquanto perco de vista os que mais amei!
Acompanhada, sorrindo, entrelaçada..
Partam todos, ninguém me surpreenderá.
Desejo sorte, um mundo todo além de mim!
Você ficará!
gente chegando, saindo!
Tantos amigos, inesquecíveis.
Eles não sabem mais,
como me sinto não sabem tampouco como estou..
É tão comum, irrelevante.
Não sem intensidade, sem dor..
São amigos, se perderam.
Sinto- me acompanhada, reconfortada
enquanto perco de vista os que mais amei!
Acompanhada, sorrindo, entrelaçada..
Partam todos, ninguém me surpreenderá.
Desejo sorte, um mundo todo além de mim!
Você ficará!
Assinar:
Postagens (Atom)